Há algo que acontece na minha mente mas é meu corpo que reproduz.
Saber que algo está esmagando tanto a minha paz chamada de sanidade, a ponto de fazer o meu físico vomitar, convulsionar e me engolir com uma enxaqueca que dói os olhos e não ter a mínima ideia do que seja, é sim, castigo da alma.
Alma ferida. Ferida e chorada.
Eu escrevo o que é fraqueza para alguns. Para mim é alívio, é busca, é persistência.
A vida não tem sido muito fácil, e nem era para ser. Eu não sou muito fácil e não deixo que nada seja. Então meu corpo adoece como uma criança que chora por atenção.
Eu ponho pra fora meu coração, vomito ele no chão, caio em cima e choro.
Agora estou de pé, limpando a sujeira que fiz.
Assumindo que o que coloquei pra fora era ódio que não coube dentro de mim.
Estou pagando o castigo. Dessa vez, a culpa é minha.
Eu te odeio. Odeio cada palavra tua. Cada mentira e cada verdade.
Agora, que eu já te vomitei, pega tuas feridas e some.
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